A movimentação ocorre em meio ao temor crescente de que o avanço das investigações leve Vorcaro a optar por uma delação premiada. Neste caso, ele aceitaria colaborar com os investigadores em troca de benefícios como a redução de uma eventual pena, em caso de condenação. Numa delação, Vorcaro seria obrigado a contar o que sabe e poderia mencionar outras pessoas envolvidas, incluindo políticos. A grande preocupação de grupos do centrão é justamente que, se ficar muito tempo preso, Vorcaro decida fazer uma colaboração e revele a extensão dessas relações políticas e financeiras. Nesta quinta-feira (12), a defesa do banqueiro negou que ele esteja negociando uma delação. Contagem dos votos na Segunda Turma O banqueiro foi preso no dia 4 por ordem do ministro André Mendonça, que herdou de Dias Toffoli a relatoria do caso Master no STF, e está isolado numa cela em um presídio federal de segurança máxima em Brasília.