Alcolumbre enviou ofício a ele mesmo para liberar R$ 379 milhões em emendas, incluindo verba para empresa de suplente Senador diz ter enviado documento para cumprir acordo feito com o STF que prevê a identificação do padrinho de cada indicação; especialistas veem tentativa de drible à Corte. Diante de restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para execução de emendas, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, adotou uma estratégia considerada incomum por técnicos legislativos para destravar verbas encaminhadas ao Amapá, seu reduto eleitoral. Em um único ofício, ele listou 90 obras e projetos que aguardavam recursos e solicita "respeitosamente" que fossem liberados. "Certos de podermos contar com a sua valiosa colaboração, aproveitamos para renovar votos de elevada estima e consideração", conclui o documento. O destinatário do pedido: o próprio Alcolumbre.